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o que é sensibilidade sensorial

PROCESSAMENTO SENSORIAL

Um transtorno de processamento sensorial também pode ser referido como um distúrbio de integração sensorial ou uma disfunção de integração sensorial. Indivíduos com um transtorno de processamento sensorial têm dificuldades a interpretação de entrada sensorial como pontos turísticos, sons, gostos, cheiros, toque e movimento. Algumas crianças são hipersensibilidade a seus sentidos que significa que têm uma resposta exagerada aos estímulos, enquanto outros são hyposensitive que significa que têm uma discreto resposta aos estímulos. Indivíduos com um transtorno de processamento sensorial podem ter dificuldade com funcionamento todos os dias. Eles podem ter dificuldade em manter a família ou relações sociais. Além disso, eles podem apresentar problemas comportamentais ou emocionais. Indivíduos com esta desordem podem ter dificuldade com a aprendizagem e podem desenvolver uma baixa auto-estima. Os sintomas geralmente começam na infância; no entanto, os sintomas podem ser inconsistentes e cada criança pode exibir uma combinação diferente dos sintomas.

Disfunção Visual de entrada
Crianças hipersensíveis podem não gostar de luzes brilhantes e podem ser facilmente distraídas pelas vistas em torno deles. Aqueles que são hyposensitive podem ter dificuldade em distinguir letras, formas e cores que se assemelham um ao outro. Eles também podem ter dificuldade em encontrar objetos que estão localizados entre vários outros objetos. Além disso, eles podem ter dificuldade em permanecer na pista quando copiando de um Conselho escolar ou livro e pode não ser capaz de completar puzzles.

Disfunção auditiva
Uma criança que é hipersensibilidade ao som pode ser incomodada por sons normais tais como as produzidas por um ventilador ou um relógio. Eles podem estar com medo de sons associados a aspiradores de pó e cortadores. Eles podem não gostar lugares lotados por causa do nível de ruído. As crianças que são hyposensitive para o som não pode reconhecer quando alguém está conversando com eles. Eles também podem desfrutar fazendo muito barulho.

Disfunção oral
Crianças com hipersensibilidade disfunção oral podem ser muito exigentes comedores e pode possivelmente um comer um tipo de alimento. Muitas crianças com disfunção oral podem resistir a comer alimentos sólidos e podem mordaça ao tentar comer alimentos com muita textura. Eles também podem preferir alimentos leves e não gosto de usar creme dental. Além disso, eles também podem ter um medo de asfixia. Aqueles com disfunção oral hyposensitive podem colocar todos os tipos de alimentos e artigos de ocupadas em suas bocas. Além disso, eles podem mastigar suas roupas ou dedos. Eles também podem preferir alimentos saborosos.


Disfunção olfativa
Crianças com hipersensibilidade disfunção olfativa podem ser incomodadas por cheiros comuns tais como odores produzidos pelo perfume e gêneros alimentícios. Aqueles que são hyposensitive para cheiros podem não ser capazes de discriminar alguns cheiros e podem ignorar cheiros todos juntos. Eles também podem cheirar objetos rotineiramente.

Disfunção tátil
Disfunção tátil refere-se ao toque. Aqueles que são hipersensíveis podem não gostar de ser tocado. Eles também podem ser facilmente irritados por certos tecidos de vestuário e ser irritados com roupas tags. Eles podem evitar tocar coisas bagunçadas como jogo massa ou cola. Além disso, eles podem exagerar a pequenos cortes ou arranhões e não gostam de ter suas unhas corte ou dentes escovados. Aqueles que são hyposensitive podem querer ser tocado constantemente e podem parecer alheios aos ferimentos. Eles podem tocar um cobertor ou outro objeto de conforto obsessivamente.


Disfunção vestibular
Crianças com problemas de processamento da sensação de movimentos corporais têm disfunção vestibular. Isso afeta a forma como orelha de interna da criança interpreta o equilíbrio, a posição, a gravidade e a entrada relativa à circulação. Uma criança que é hipersensibilidade ao movimento pode não gostam de jogar no equipamento de Parque infantil. Além disso, podem não gostar de elevadores e ter medo das alturas. Eles também podem parecer desajeitados. Crianças com hyposensitivity ao movimento podem querer estar constantemente se movendo em movimento rápido. Eles podem desfrutar de saltar sobre um trampolim ou balançando por longos períodos de tempo.

 

Psicopedagogia campinas

O Papel do Psicopedagogo

O Papel do Psicopedagogo: Psicopedagogia trata de uma complexidade de fatores, juntamente com uma variedade de atuações e funções; para isso é necessário um profissional responsável e, sobretudo, apaixonado pelo que faz, divulgando seu trabalho, esclarecendo as dúvidas de pessoas leigas. Esse será o caminho do psicopedagogo de sucesso, pois existe uma enorme diferença entre ter um diploma de Psicopedagogia e ser um Psicopedagogo.

Ser um psicopedagogo é muito mais do que dominar técnicas de psicologia e/ou pedagogia. É sempre estar se atualizando nos assuntos que permitem compreender a criança na maioria de suas manifestações, tanto psíquicas, quanto motoras, sociais, biológicas. Ser psicopedagogo é estar apto a trabalhar de forma clínica e/ou institucional, visando a prevenção como sua filosofia maior; e também estar apto às diversas áreas nas quais se pode trabalhar: clínicas, escolas, instituições, hospitais, empresas. Ser psicopedagogo não é apropriar-se de conhecimentos e sim difundi-los; não é criar dependência e sim emancipar; não é rotular e sim socializar.

O objetivo de um psicopedagogo não deve ser o problema da aprendizagem e sim ela própria, sem deixar que os problemas se instalem para que seja possível atuar. Deve ser facilitador de uma aprendizagem prazerosa, na qual o aluno consegue expor toda a sua potencialidade; deve também orientar o educando a como estudar, verificando se há apropriação dos conteúdos escolares, facilitando o desenvolvimento do raciocínio.

A prática psicopedagógica, sobretudo na área clínica, tem sua metodologia de trabalho, ou seja, a abordagem e tratamento, se tecendo em cada caso, na medida em que a problemática aparece. Cada situação é única e requer do profissional atitudes específicas em relação àquela situação. Essa forma de atuação também pode se caracterizar dentro das instituições.

Como psicopedagogo, precisamos estar atentos à cultura, à história, enfim, ao contexto social das escolas e famílias, para orientá-las de forma a conseguirem um resultado mais efetivo; diagnosticar a escola e também a família, pois muitas vezes são ambas ou uma delas que estão prejudicando a aprendizagem da criança.

Enfim, o psicopedagogo pode desenvolver “n” atividades no contexto escolar ou fora dele; cabe ao profissional que se digne a assim ser chamado, ser capacitado e responsável, além de incitar a confiança por meio de comportamentos éticos, a todos os quais se dirige, para que seu trabalho tenha pleno sucesso e eficácia, amenizando o sentimento de exclusão que uma criança que não aprende sofre.

A PRÁTICA PSICOPEDAGÓGICA NA ESCOLA

A prática psicopedagógica na escola implica num trabalho de caráter preventivo e de assessoramento no contexto educacional. Segundo Bossa, “pensar a escola à luz da Psicopedagogia, significa analisar um processo que inclui questões metodológicas, relacionais e sócioculturais, englobando o ponto de vista de quem ensina e de quem aprende, abrangendo a participação da família e da sociedade”.

Na prática pedagógica, é essencial que se considere as relações entre produção escolar e as oportunidades reais que a sociedade dá às diversas classes sociais. A escola e a sociedade não podem ser vistas isoladamente, pois o sistema de ensino (público ou privado) reflete a sociedade na qual está inserido. Observa-se que alunos de baixa renda ainda são estigmatizados, na questão do aprendizado, como deficientes.

Ao chegar numa instituição escolar, muitos acreditam que o psicopedagogo vai solucionar todos os problemas existentes (dificuldade de aprendizagem, evasão, indisciplina, desestímulo docente, entre outros). No entanto, o psicopedagogo não vem com as respostas prontas. O que vai acontecer será um trabalho de equipe, em parceria com todos que fazem a escola (gestores, equipe técnica, professores, alunos, pessoal de apoio, família). O psicopedagogo entra na escola para ver o “todo” da instituição.

O Papel do Psicopedagogo clínico

O psicopedagogo clínico é um profissional licenciado preparado para atender crianças e adolescentes com dificuldades no processo de aprendizagem. O seu trabalho pode ter um caráter preventivo ou interventivo (avaliação, diagnóstico e intervenção). Durante o processo de diagnóstico procura compreender as mensagens, muitas vezes implícitas, sobre os motivos que levam os pacientes a obterem resultados insuficientes ao esforço aplicado em sua busca pela aprendizagem.

O profissional irá se empenhar para identificar as causas dos problemas de aprendizagem usando instrumentos próprios da Psicopedagogia, provas operatórias (Piaget), provas projetivas (desenhos), EOCA (Entrevista Centrada na Aprendizagem), anamnese (coleta de dados significativos sobre a história de vida do paciente), sessões lúdicas, sempre com olhar e escuta atentos a tudo.

Segundo a psicopedagoga Graciela Marx, na clínica vai acolher em primeiro lugar a família com suas angústias, queixas, dúvidas e inseguranças. Na entrevista inicial serão definidos horários, quantidades de sessões, honorários, importância da frequência, da presença e o que ocorrer.

“O diagnóstico é composto de aproximadamente 8 a 10 sessões, sendo duas a três por semana com duração de 50 minutos cada. Quando diagnosticados pelo psicopedagogo somente problemas de aprendizagem, o profissional atua em uma linha terapêutica, desenvolvendo técnicas remediativas (através de sessões lúdicas), orienta pais e professores de forma que seu trabalho seja integrado e não individual”, explica. Em alguns casos poderá identificar a necessidade de encaminhamentos para avaliação por uma equipe multidisciplinar: Pediatra, Psicólogo, Fonoaudiólogo, Neuropediatra, Oftalmologista, Psicomotricista.

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